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	<title>Canal Machico :: A tua ligação começa aqui :: videos : noticias : desporto : economia : tecnologia : ilha da madeira &#187; porto da cruz</title>
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		<title>Polidesportivo do Porto da Cruz alugado a CMM</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 22:24:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente da Sociedade Metropolitana de Desenvolvimento entregou ontem as chaves do campo desportivo do Porto da Cruz aos responsáveis máximos da Câmara Municipal de Machico e da Secretaria Regional da Educação, numa cerimónia que decorreu no salão nobre da edilidade. O campo polidesportivo, que fica junto ao complexo balnear e da escola de 2.º [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/08/polidesportivocmm.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1656" title="polidesportivocmm" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/08/polidesportivocmm.jpg" alt="" width="270" height="181" /></a>O presidente da Sociedade Metropolitana de Desenvolvimento entregou ontem as chaves do campo desportivo do Porto da Cruz aos responsáveis máximos da Câmara Municipal de Machico e da Secretaria Regional da Educação, numa cerimónia que decorreu no salão nobre da edilidade. O campo polidesportivo, que fica junto ao complexo balnear e da escola de 2.º e 3.º ciclo daquela vila nortenha, foi construído pela Metropolitana e depois da assinatura do contrato de cedência de utilização entre as partes, Pedro Ferreira procedeu agora à parte formal da entrega da chaves às entidades que vão gerir numa parceria conjunta aquele espaço desportivo.<br />
<span id="more-1653"></span></p>
<p>O presidente da Metropolitana sublinhou que agora o polidesportivo pode ser utilizado pelas escolas do Porto da Cruz, através da Secretaria da Educação, e em actividades de lazer pela população local, por via da edilidade de Machico.<br />
O secretário da Educação, Francisco Fernandes, explicou que o recinto vai ser utilizado pela escola local a partir de 20 de Setembro, data de abertura do ano lectivo, quer nas aulas de educação física, quer também para o desporto escolar nos sábados de manhã. Já a Câmara Municipal de Machico “vai gerir o espaço da mesma forma que outros polivalentes desportivos”. Emanuel Gomes diz que o novo recinto vai ter utilização através da regulamento municipal, estando à disposição da população em horário pós-escolar e aos fins-de-semana para “satisfazer uma falha que havia no Porto da Cruz”. É que com a transferência do campo de futebol para a Terra Batista, na vila não havia nenhum recinto, resolvendo-se agora essa lacuna para o desporto não federado e prática de lazer. O?autarca explica que a utilização dos polidesportivos ainda não estão a ser pagos, mas já há regulamento aprovado com taxas que “a seu tempo entrarão em vigor”. Com este protocolo a edilidade de Machico vai pagar 1.000 euros de renda mensal à Metropolitana.</p>
<p><a href="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/01/logojm.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-571" title="logojm" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/01/logojm.jpg" alt="" width="149" height="63" /></a></p>
<p>Carlos Silva</p>
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		<title>PS Madeira pede limpeza de derrocada</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 14:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os socialistas madeirenses estiveram no Porto da Cruz para reclamar a limpeza da estrada que liga os sítios da Maiata e do Larano ao centro daquela freguesia, do concelho de Machico. Segundo o líder do PS/M, Jacinto Serrão, estes dois sítios do Porto da Cruz «que ficaram completamente isolados do centro da freguesia por causa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/01/logojm.jpg"></a><a href="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/03/jacintoserraob.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1054" title="jacintoserraob" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/03/jacintoserraob-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a><br />
Os socialistas madeirenses estiveram no Porto da Cruz para reclamar a limpeza da estrada que liga os sítios da Maiata e do Larano ao centro daquela freguesia, do concelho de Machico.</p>
<p><span id="more-1053"></span>Segundo o líder do PS/M, Jacinto Serrão, estes dois sítios do Porto da Cruz «que ficaram completamente isolados do centro da freguesia por causa da derrocada», ainda não mereceram a atenção das entidades governativas regionais para a solução do problema.</p>
<p>Para Jacinto Serrão, «esta é uma falta de respeito pelas populações que precisam de ver a sua estrada aberta para ter acesso rápido e fácil ao centro de freguesia para usufruir dos serviços que ali são prestados aos cidadãos».</p>
<p>De acordo com o socialista madeirense, a solução era simples de remoção do entulho que cortou a estrada à circulação automóvel e pedonal. Enquanto isso não acontece, a população tem de andar alguns quilómetros pela via rápida a pé para chegar ao centro do Porto da Cruz. «As pessoas estão desesperadas e insatisfeitas, porque não há informações sobre a resolução deste problema e o prazo que será solucionado», adiantou o líder dos socialistas madeirenses.<br />
Jacinto Serrão aproveitou a oportunidade para criticar o facto de o Executivo regional ter dinheiro para manter obras que acabaram por não ser viáveis, mas não tem verbas disponíveis para remover o entulho que caiu de uma derrocada e que está a bloquear a passagem da população dos sítios da Maiata e do Larano.</p>
<p><a href="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/01/logojm.jpg"><img title="logojm" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/01/logojm.jpg" alt="" width="149" height="63" /></a></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/iWd_kinmiTU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/iWd_kinmiTU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Centro Cívico do Porto da Cruz acolherá concerto dia 28 de Março</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 09:52:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Centro Cívico do Porto da Cruz acolherá o concerto com a Orquestra de Bandolins do Gabinete Coordenador de Educação Artística, em Plateia Activa, com a Escola Básica do 1º, 2º e 3º Ciclos do Porto da Cruz, que terá lugar no dia 28 de Março (Domingo), pelas 17h, com entrada livre. Orquestra de Bandolins [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/03/bandolins.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-958" title="bandolins" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/03/bandolins-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><br />
O Centro Cívico do Porto da Cruz acolherá o concerto com a Orquestra de Bandolins do Gabinete Coordenador de Educação Artística, em Plateia Activa, com a Escola Básica do 1º, 2º e 3º Ciclos do Porto da Cruz, que terá lugar no dia 28 de Março (Domingo), pelas 17h, com entrada livre.</p>
<p><span id="more-955"></span></p>
<p>Orquestra de Bandolins do Gabinete Coordenador de Educação Artística foi criada em 1989 pela Secretaria Regional de Educação através do Gabinete Coordenador de Educação Artística e é composta por 20 jovens bandolinistas. Os instrumentos que integram esta Orquestra são: bandolins, bandolas, bandoloncelo, violas e contrabaixo. O seu repertório inclui músicas dos vários géneros: clássico, tradicional e ligeiro.</p>
<p>bandolins-madeira.net<br />
cm-machico.pt</p>
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		<title>Terra ao mar no Porto da Cruz</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 11:54:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma gigantesca descarga de terras para o mar. A segunda em cerca de um mês na Região, depois do mesmo ter sucedido em São Vicente, com autorização da Câmara de São Vicente e da Secretaria do Equipamento Social. Desta vez, várias dezenas de toneladas de terra que tinham sido despejadas na frente mar do Porto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-726" title="prtcs12" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/02/prtcs12.jpg" alt="prtcs12" width="150" height="150" /><br />
Uma gigantesca descarga de terras para o mar. A segunda em cerca de um mês na Região, depois do mesmo ter sucedido em São Vicente, com autorização da Câmara de São Vicente e da Secretaria do Equipamento Social. Desta vez, várias dezenas de toneladas de terra que tinham sido despejadas na frente mar do Porto da Cruz, entre o centro desta freguesia e o sítio do Maiata &#8211; no local onde está prevista a construção de uma promenade pela secretaria do Equipamento Social &#8211; foram &#8216;empurradas&#8217; ontem de manhã por uma escavadora da AFA &#8211; informação confirmada pelo vereador António Zeferino &#8211; para o mar do Porto da Cruz.</p>
<p><span id="more-725"></span></p>
<p>Uma operação que se iniciou bem cedo e terminou por volta das 13horas. Como consequência desta acção, o mar desta freguesia do concelho de Machico apresentou durante todo o dia uma enorme mancha castanha. Nas reacções recolhidas, os governantes colocam-se em &#8216;pé de guerra&#8217; contra os ambientalistas.</p>
<p>As terras que foram enviadas para o mar tinham sido despejadas nesta frente mar após o temporal da noite de terça-feira 2 de Fevereiro que encerrou várias estradas e deixou a pacata freguesia do Porto da Cruz irreconhecível. As terras e entulhos são provenientes das derrocadas e das enxurradas desse dia. De resto, apesar do centro já se encontrar totalmente limpo, boa parte das estradas dos sítios mais altos da freguesia do Porto da Cruz ainda se encontram por limpar.</p>
<p>Perante um cenário de catástrofe, a Câmara Municipal de Machico optou por contratar os serviços da construtora AFA para a limpeza do centro da freguesia, uma informação confirmada ao DIÁRIO pelo adjunto de Emanuel Gomes, António Nóbrega.</p>
<p>Melhor o mar que a serra</p>
<p>Manuel Spínola, presidente da Junta de Freguesia do Porto da Cruz, questionado sobre o assunto, primeiro informou que a Câmara Municipal de Machico tinha conhecimento do despejo e depois fez uma declaração curiosa. &#8220;É melhor despejar estas terras para o mar do que para a serra. Tudo o que vai para a serra vai acabar por vir bater ao mar e isso coloca em causa a vida de pessoas e bens. Havia que limpar as derrocadas o mais rápido possível porque haviam populações isoladas&#8221;.</p>
<p>Sempre a minimizar o impacto dos despejos para o mar, Manuel Spínola acusa os ambientalistas de não entenderem a situação e reforça. &#8220;Os ambientalistas criticam que se despeje terras para o mar, mas não comentam a quantidade de terra que as ribeiras trazem nos dias dos temporais. Parece que essa terra já não tem tanto impacto para o mar&#8221;. E conclui. &#8220;O mar leva a terra e renova, ao contrário do que dizem alguns ambientalistas&#8221;. Contactado durante a tarde de ontem, o presidente da Câmara de Machico e o vereador do ambiente revelaram desconhecimento desta situação, ao contrário do que disse Manuel Spínola. Emanuel Gomes também fez uma declaração curiosa. &#8220;Qual é o mal de deitar essas terras para o mar?!&#8221;, desabafou.</p>
<p>Já o vereador do Ambiente desta autarquia, António Zeferino, mostrou-se surpreendido com o despejos de terra e explicou que aquele local tinha sido escolhido para deitar as terras que depois seriam aplanadas por todo o local. &#8220;Tenho de ver o que se passa. Desconheço essa situação, mas garanto que ninguém deu ordem para mandar as terras para o mar. Em circunstância alguma. O maquinista que lá esteve deve estar louco&#8221;.</p>
<p>Sem cultura ambientalista</p>
<p>Opinião diferente de Emanuel Gomes e Manuel Spínola tem Idalina Perestrelo, da associação ambientalista QUERCUS. Para a ambientalista, as respostas dos governantes demonstra que estes são pessoas sem cultura. &#8220;Tenho visto muitas conversas e declarações de governantes que demonstram que não estão minimamente preocupados com o ambiente ou para população. Isso é uma resposta de quem não tem conhecimento de causa, nem cultura. De quem goza com a vida, com a sociedade e o ambiente&#8221;.</p>
<p>Mais. Idalina Perestrelo lembra que a Região tem vários aterros seguros onde esta terra poderia ser depositada. &#8220;Só não se coloca as terras nos lugares devidos porque não se quer. As entidades preferem seguir caminhos mais fáceis e isso não se entende&#8221;.</p>
<p>O gigantesco despejo de terras realizado na manhã de ontem traz vários problemas. &#8220;Causa problemas ao nível do impacto visual, leva à destruição da biodiversidade daquela zona da costa e destrói os recursos pesqueiros que ali existem&#8221;.</p>
<p>Antes de finalizar, Idalina Perestrelo lembra que tanto a Direcção Regional de Ambiente como a GNR, têm competência para actuar. &#8220;O problema é que essas situações vão sendo desculpadas, sempre com o argumento de resolver os problemas&#8221;, afirma.</p>
<p>Marco Freitas<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-553" title="dn2010" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/01/dn2010.jpg" alt="dn2010" width="206" height="46" /></p>
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		<title>Moradia no Porto da Cruz em risco de cair por encosta</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 16:30:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma moradia do sítio do Larano, na freguesia do Porto da Cruz, está em risco de vir a cair pela encosta sobre a qual está construída devido ao deslizamento de terras provocados pelas recentes chuvas. Arrastada pela chuva, a terra tem vindo, progressivamente, a deslizar pela encosta nos últimos dias, pelo que já se podem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-665" title="portocruz22" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/02/portocruz22-150x150.jpg" alt="portocruz22" width="150" height="150" /></p>
<p>Uma moradia do sítio do Larano, na freguesia do Porto da Cruz, está em risco de vir a cair pela encosta sobre a qual está construída devido ao deslizamento de terras provocados pelas recentes chuvas.<br />
Arrastada pela chuva, a terra tem vindo, progressivamente, a deslizar pela encosta nos últimos dias, pelo que já se podem ver o lado de baixo dos alicerces da moradia. A força da gravidade levou à fractura do cimento, pelo que parte de um pequeno muro já ruiu.</p>
<p><span id="more-663"></span></p>
<p>Ao que o DIÁRIO conseguiu apurar, os proprietários da moradia desconhecem esta situação, isto a julgar pelo que nos foi transmitido por um vizinho, que indicou o facto de a casa ser apenas habitada aos fins de semana, e porque se pode constatar que no quintal desta ainda permanecesse algum mobiliário. Tanto a Junta de Freguesia do Porto da Cruz como os Bombeiros Municipais do Funchal também não estão a par deste caso.</p>
<p>Caso venha a cair, a moradia não vai encontrar outras casas ou bens pelo caminho. Para impedir que tal venha a acontecer, terá de ser realizada uma intervenção de vulto no terreno, pois a terra que o compõe é facilmente transformada em lama com a ocorrência de precipitação.</p>
<p>Raul Caires<br />
<img title="dn2010" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/01/dn2010.jpg" alt="dn2010" width="206" height="46" /></p>
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		<title>Não há memória de um temporal igual</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 11:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Porto da Cruz (concelho de Machico) e no Lombo Galego (Santana) o povo é unânime em dizer que não há memória de um temporal igual ao que se viveu na noite de 1 para 2 de Fevereiro último. Em segundos, tudo ficou virado do avesso, entre entulho, pedras e lama, tudo arrastado pelo grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-628" title="portodachuva" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/02/portodachuva.jpg" alt="portodachuva" width="270" height="181" /></p>
<p>No Porto da Cruz (concelho de Machico) e no Lombo Galego (Santana) o povo é unânime em dizer que não há memória de um temporal igual ao que se viveu na noite de 1 para 2 de Fevereiro último. Em segundos, tudo ficou virado do avesso, entre entulho, pedras e lama, tudo arrastado pelo grande caudal de água.<br />
«Imagine o que não veio por aí abaixo», afirma-nos Jaime de Encarnação, proprietário de uma das residências afectadas na vila do Porto da Cruz. A sua casa, de dois andares, está mesmo à entrada da estrada que dá acesso ao engenho. A ribeira transbordou, a água rebentou com o braço do portão e deixou a cave a dois metros de profundidade.<br />
«Penso que eram umas quatro horas da manhã. Fui à casa de banho e vi que isto estava tudo encharcado. Então, desci &#8211; descalço e de pijama &#8211; por uma escadaria e apercebi-me que o quintal estava cheio de água. Apanhei um cagaço», contou-nos, enquanto apontava para meio corpo para nos mostrar por onde dava a água.</p>
<p><span id="more-627"></span></p>
<p>«Sabia que tinha uma porta de acesso à ribeira e abriu-a para ajudar a escorrer a água. Quase que era levado. Agarrei-me com unhas e dentes», prosseguiu. Na garagem, de onde a mulher e outros dois amigos retiram grandes quantidades de lama, o prejuízo é total, entre arcas frigoríficas, fogão e outro material. O carro da mulher ficou submerso e atravessado.<br />
«Antigamente lembro-me que quando havia estas cheias, a água corria por aí abaixo, mas nada assim», diz, enquanto planeia novas obras no quintal. «Vou fazer uma coisa em condições. Não estou para brincadeiras».</p>
<p>«Veio tudo por aí abaixo»</p>
<p>Na Banda da Lagoa, Casas Próximas, deparamo-nos com duas viaturas à beira da estrada. Ambas foram arrastadas pela água, explicam-nos. De uma delas, o proprietário vai retirando grandes quantidades de entulho do motor, na esperança de que ainda possa funcionar.<br />
«Entupiu um aqueduto à banda de cima e arrastou tudo por aí abaixo. Andou uns bons 100 metros», contou. Ao lado, está uma meia carrinha, também ela arrastada. «Uns bons 500 metros», arrematou.<br />
«Já vi chuva bastante por aqui abaixo, a ponto de não podermos atravessar a estrada. Mas, como esta, nunca vi», explicou.<br />
Ao lado, Arnaldo Freitas, a esposa e alguns amigos tentam limpar a casa, depois de esta ter sido invadida por lama. «Ninguém faz ideia do que isto foi», afirma, enquanto nos faz uma visita pelos quartos afectados. «A marcação da água está aqui – aponta para meia parede &#8211; Não fui eu que pintei».<br />
Salientou que chegou a temer pela vida, quando viu-se forçado a rebentar uma porta nas traseiras, para fazer escorrer a água para a estrada. «A força foi tanta que fui arrastado. Agarrei-me à varanda», continuou. Ainda assim, Arnaldo Freitas gaba-se da sorte que teve. É que, mesmo ao lado da sua e da casa do irmão, a água atalhou caminho, e grande parte foi desviada. «Foi algum anjo que abriu aquilo. Já vi chuva, mas nunca vi isto na minha vida. Pensei que era só em filmes», concluiu.</p>
<p>Água com uns 5 metros de altura</p>
<p>Olívia Nóbrega Ornelas, mais conhecida no sítio dos Casais Próximos por Lídia, também não encontra palavras para aquilo que viveu. «Estava num dos quartos quando senti a casa estremecer, por volta das quatro da manhã. Vim à porta, mas fui outra vez para dentro. Deitei-me e começou outra vez a estremecer tudo. Quando vim à rua, a água devia ter uns cinco metros de altura», recorda.<br />
A varanda à frente da casa foi levada pela força da água. Quando tentou fugir, já a lama lhe entrava em casa por todos os lados. Ficou na porta a gritar por ajuda. Valeram-lhe dois vizinhos. «Antes Nosso Senhor me levasse do que ver tudo o que tinha assim», lamenta.<br />
Um pouco mais acima, encontramos António Rocha e Maria Isabel Nóbrega. Estão desolados. A força da água levou perto de três dos seis mil metros de terreno que possuem. Grandes extensões de bananeiras, cana-de-açúcar e vinha foram arrasadas. «Ficamos sem vontade para trabalhar quando se vê isto», lamentam, enquanto esperam por alguém do Governo, que os possa ajudar.</p>
<p>Electrodomésticos e mobília para o lixo</p>
<p>No concelho de Santana, o Lombo Galego foi um dos pontos mais atingidos desta intempérie. Joaquim Caldeira e família, ajudados pelos bombeiros locais, lavam a casa, depois de esta ter sido invadida por lama e entulho.<br />
«Isto começou às quatro horas da manhã. Meia hora mais tarde é que veio uma “rabecada” valente e já não pude valer. Isto encheu de pedras desta altura», diz, enquanto aponta para o tecto de um armazém localizado do outro lado da estrada, em frente à casa. «Uma delas teve de ser partida em dois para poder transportar», acentuou.<br />
Da parte de baixo da casa tirou «dois camiões de material para o lixo», afirmou. «Entrei a nadar com uma enxada na mão e parti os vidros, para que a água começasse a sair. Tive medo que a força do entulho me derrubasse a casa», prosseguiu.<br />
Frigoríficos, congelador, máquinas de lavar e fogões, foi tudo para o lixo. «Perdi tudo. Na parte de cima, é que entrou pouca coisa». Neste andar, uma carrinha também ficou submersa e foi retirada pelos bombeiros. «Não sei ainda se ela vai trabalhar».</p>
<p>«No primeiro tombo pensei que ia morrer»</p>
<p>Foi na Estrada Municipal das Paredes que o JM encontrou o testemunho mais impressionante, relacionado com esta intempérie. É contada por Manuel Gouveia de Freitas, de 63 anos que bem se pode gabar de ter “fintado a morte”.<br />
Tudo aconteceu por volta das quatro da manhã. Saiu de casa e dirigiu-se para a sua carrinha, uma Peugeot Boxer, na qual investiu pouco mais de 20 mil euros para distribuir verdura. «Mal fechei a porta do carro, comecei a sentir o impacto das pedras. Depois, só me lembro de tombar para dentro da ribeira», disse.<br />
«Ainda deu um tombo mais abaixo. Depois, o carro foi sacudindo de um lado para o outro. Ao chegar ao caminho, pelo menos dois tombos sei que dei e fui parar lá abaixo, de arrastões», prosseguiu o relato, ainda que visivelmente atordoado pelo sucedido.<br />
«Quando cheguei à parte de baixo da estrada, dei uns pontapés na porta do lado direito, mas não consegui abrir. Depois fui pelo lado esquerdo e vi a sombra de uma pessoa à minha frente. Acenei e ela veio. Disse-lhe para me trazer uma corda e o rapaz então trouxe», contou. Entre essas pessoas contava-se Arnaldo Freitas e o irmão, que tudo fizeram para salvar o homem da fúria da água. «Ele andou uns bons 300 a 400 metros dentro da ribeira. Atiramos uma corda, ele amarrou-se e começamos a puxar. Quando ele saiu, se a corda não estava amarrada a um pilar, ele ia por aí abaixo», disseram-nos. «Ainda caí duas vezes. Tremia das pernas que não me aguentava», arrematou Manuel Freitas.<br />
«No primeiro tombo, pensei que ia morrer. Quando saí do carro, não sabia onde estava. Perguntei a uma rapariga “onde estou?” e ela disse que estava no Porto da Cruz. Olhei acolá para baixo e vejo a igreja. Não sei como ainda estou vivo», confessou. «Já fui ao Hospital, tirei uma radiografia e não tenho nada. Estou é todo moído».<br />
Entretanto, um dos filhos de Manuel Freitas explica que em tempos chegou a pedir à Junta para que procedesse a limpezas naquele ribeiro.</p>
<p>25 máquinas estiveram em trabalhos de limpeza</p>
<p>Rui Moisés não vai esquecer, tão cedo, os seus primeiros 90 dias de presidência, depois dos prejuízos que o concelho contabilizou em Dezembro e neste início de Fevereiro.<br />
As freguesias da Ilha, Arco de São Jorge, Faial e parte superior de São Roque do Faial foram as freguesias mais atingidas. «Foi brutal, pelo volume de intervenções e daquilo que representa em custos», disse-nos o autarca no Lombo Galego, onde foi espreitar os estragos que ali se verificaram.<br />
Ontem, foram 25 as máquinas que se deslocaram para o terreno – fornecidas por empresas particulares de e fora do concelho &#8211; para repor a normalidade «Estamos numa altura em que é preciso que a normalidade impere no concelho e as pessoas retomem os seus trabalhos. Estamos a inventariar e a fazer com que as pessoas compreendam que há prioridades», explicou, visivelmente transtornado com o que foi vendo ao longo do dia.<br />
«Temos graves prejuízos em estradas, taludes, casas, garagens, carros. Não há memória de um prejuízo tão grande no município, dizem os mais antigos. Há mais de 40 anos que não acontecia algo com esta intensidade», frisa Rui Moisés. «Todo o nosso pessoal está a intervir junto de famílias cujas casas estão atoladas. Estamos a falar de seis a sete casas em que vamos ajudar, mas de forma faseada. É extenuante este trabalho. Há muitas coisas que ainda não conseguimos repor e basta olhar e vermos que há ribeiros por todo o sítio e que não existiam e as águas tomaram conta», salientou.<br />
Ao longo da noite de terça para quarta e mesmo ao longo do dia de ontem, várias derrocadas foram sendo registadas e complicando a situação. «São tantas as derrocadas que houve na montanha, fora do normal, que não se consegue chegar a muitos locais. Estamos a fazer o possível e o impossível para repor o abastecimento de água. Pedimos, por isso, a compreensão das pessoas, que reduzam o consumo de água ao que é estritamente necessário».</p>
<p>Celso Gomes<br />
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<p>Foto:<br />
<img title="logojm" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/01/logojm.jpg" alt="logojm" width="149" height="63" /></p>
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		<title>Porto da Cruz amanheceu irreconhecível</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 09:32:19 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-622" title="dn0401020701" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/02/dn0401020701.jpg" alt="dn0401020701" width="242" height="194" /><br />
A pacata vila do Porto da Cruz amanheceu ontem sob um cenário desolador. Durante praticamente todo o dia, a baixa da Vila, junto à Escola Básica, à Junta de Freguesia e ao comércio que ali existe, esteve intransitável por se encontrar inundada e cheia de pedras. Pela manhã, com a chuva ainda a cair em força, o Porto da Cruz assustava tanta era a água que ali abundava. Em todos os montes existia um ribeiro. Algumas estradas pareciam levadas, outras eram autênticas ribeiras A própria Via Expresso apresentava sinais do forte temporal que se abateu no Porto da Cruz. Em três locais distintos, pequenas derrocadas dificultavam a circulação automóvel. Bem cedo, a Câmara de Machico enviou para a freguesia uma retroescavadora.</p>
<p><span id="more-621"></span></p>
<p>A descida para a freguesia, pela Estrada Regional 101, apresentava um cenário ainda mais devastador. Em cerca de dois quilómetros, mais de dez derrocadas condicionavam a circulação automóvel para e do centro da freguesia. Ontem, a vida parou no Porto da Cruz. O tempo agora é de limpeza e de reparação dos estragos. O presidente da Junta de Freguesia, Manuel Spínola, diz que vão ser precisos entre dois a três dias para que tudo volte ao normal. As fortes chuvadas fecharam o Porto da Cruz, arrastaram e destruíram carros e inundaram pelo menos duas casas. Metros acima do centro do Porto da Cruz, duas famílias não pregaram mais &#8216;o olho&#8217; a partir das quatro da manhã com as casas inundadas.</p>
<p>Horácio Caldeira descreve uma noite de pânico. &#8220;Acordei com a água a entrar pela minha casa adentro. Tenho a casa toda inundada. A primeira reacção foi tapar o que se pôde para que não entrasse mais água. Nem sei por onde começar a limpar&#8221;, afirmou, abatido. O passo seguinte foi ligar aos bombeiros que apenas chegaram algumas horas depois. Os municipais de Machico não acudiram mais cedo porque o Porto da Cruz estava isolado pelas derrocadas. Também o vizinho, Arnaldo Freitas, passou por momentos difíceis. &#8220;Aquilo que eu passei esta noite não desejo nem a um cão. As águas galgaram o muro e alagaram-me a casa. Cheguei a ter mais de um metro de altura de água no meu quintal&#8221;.</p>
<p>Os prejuízos são significativos. &#8220;A água destruiu-me vários móveis e pelo menos o esquentador. Tenho de ir comprar um novo. Não sei o que tenho mais aí avariado, só depois de pôr a funcionar é que vou saber os prejuízos&#8221;. Aos dois valeu a amizade e o espírito de entreajuda dos vizinhos. Pelas onze da manhã mais de dez homens ajudavam à limpeza das casas. Até o director da Escola Básica, Manuel Luís Macedo, de balde às costas, ajudava como podia. &#8220;É a vantagem de morar numa freguesia pequena, temo-nos uns aos outros para ajudar&#8221;, referia Arnaldo Freitas, por volta das 14horas, enquanto suspirava de alívio ao sentir que o pior já tinha passado.</p>
<p>Outro morador, que não se quis identificar por trabalhar para o Governo, garantiu que desde 1956 que não chovia tanto na freguesia. &#8220;Nesse ano, um grande dilúvio inundou o Porto da Cruz, destruiu algumas casas e matou algumas pessoas&#8221;.</p>
<p>Marco Freitas<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-553" title="dn2010" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/01/dn2010.jpg" alt="dn2010" width="206" height="46" /><br />
Foto<br />
<img title="dn2010" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/01/dn2010.jpg" alt="dn2010" width="206" height="46" /></p>
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		<title>Machico começa Fevereiro com mau tempo</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 19:05:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#8220;Queria saber quem é que vai se responsabilizar por isto&#8221;, questionou desolado Jacinto Jesus, apontado para os muitos estragos provocados pela enxurrada que não poupou o que encontrou pela frente no sítio do Moinho da Serra, em Machico. Nesta zona mais interior da freguesia, várias viaturas que &#8216;pernoitavam&#8217; estacionadas junto à estrada foram literalmente arrastadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-618" title="portochu" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/02/portochu.jpg" alt="portochu" width="400" height="300" /></p>
<p>&#8220;Queria saber quem é que vai se responsabilizar por isto&#8221;, questionou desolado Jacinto Jesus, apontado para os muitos estragos provocados pela enxurrada que não poupou o que encontrou pela frente no sítio do Moinho da Serra, em Machico. Nesta zona mais interior da freguesia, várias viaturas que &#8216;pernoitavam&#8217; estacionadas junto à estrada foram literalmente arrastadas pela forte torrente de lama, pedras, troncos e demais entulho, que durante a madrugada galgou o ribeiro entupido e sem capacidade de vazão para caudal tão intenso, que acabou por ter como principal escapatória a estrada regional.</p>
<p><span id="more-617"></span></p>
<p>&#8220;A câmara de descarga é muito estreita&#8221; critica este morador, que entretanto adverte os responsáveis que &#8220;enquanto aquele ribeiro não for arranjado isto vai acontecer sempre&#8221;. Diz mesmo que este &#8216;saltar&#8217; do ribeiro para a estrada já é recorrente e &#8220;eles (responsáveis) sabem disto&#8221;, sustenta.</p>
<p>Consequência da chuva copiosa que logo às primeiras horas da madrugada de ontem já fazia temer graves danos, a via pública acabou por transformar-se numa autêntica ribeira paralela à ribeira de Machico.</p>
<p>A estrada foi literalmente &#8216;engolida&#8217; pela enxurrada que além de a tornar intransitável, deixou marcas de destruição ao longo de algumas centenas de metros. Nas imediações da zona crítica foram os carros ali estacionados as principais vítimas. Andaram desgovernados de um lado para o outro da estrada, arrastados pela força da corrente. Não só os automóveis ligeiros, mas também algumas carrinhas, uma das quais foi &#8216;atirada&#8217; contra a parede, ficando &#8216;encavalgada&#8217; num canto da estrada. A jusante da estrada, várias foram as propriedades agrícolas completamente inundadas e devastadas pelo muito entulho, que também deixou marcas nalgumas residências.</p>
<p>Estrada transformada em ribeira</p>
<p>Um pouco mais a Norte, na zona dos Maroços, novo cenário do forte impacto provocado pelas enxurradas que inundavam a via pública. Aqui também alguns carros ficaram entalados pelos muitos destroços arrastados pelas águas, tendo algumas habitações a jusante sentido também os efeitos invasores das lamas.</p>
<p>A estrada dos Maroços mais se parecia com uma ribeira, tal era a torrente de lama e pedras que durante toda a manhã continuava a inundar toda aquela artéria.</p>
<p>Nas imediações do entroncamento de acesso à via expresso, grande parte do pavimento estava coberto por entulho que tornou intransitável o acesso à Portela.</p>
<p>Abaixo o cenário não era muito mais animador, tal a intensidade da água enlameada que continua a correr veloz pela estrada abaixo. Diante desta &#8216;ribeira&#8217; fora do seu curso normal, José Rodrigues assistia impotente ao &#8216;espectáculo&#8217;. &#8220;Já não é a primeira vez. Sempre que chove acontece isto&#8221;, denunciou o proprietário do bar Calçadinha, depois de várias horas a limpar a lama que havia conspurcado a entrada do seu estabelecimento. &#8220;Desde que esta estrada foi aberta, quando chove com maior intensidade é sempre assim&#8221;, disse revoltado. E acrescentou: &#8220;fizeram a estrada e os ribeiros que eram para continuar até a ribeira, mandaram foi para a estrada&#8221;, acusou, visivelmente agastado com o reeditar de um cenário já antes visto. De resto também alega que os avisos a quem de direito não têm faltado, mas, pelos vistos, ainda sem qualquer efeito prático.</p>
<p>Orlando Drumond<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-553" title="dn2010" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/01/dn2010.jpg" alt="dn2010" width="206" height="46" /></p>
<p>Foto de derrocada no Porto da Cruz de : <span>Júlio Carvalho</span></p>
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		<title>Os alunos do Porto da Cruz nunca tiveram autorização para utilizar o polidesportivo</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 09:17:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os alunos da Escola Básica e do 1.º Ciclo com Pré-escolar do Porto da Cruz nunca tiveram autorização para utilizar o polidesportivo construído há três anos pela Sociedade Metropolitana de Desenvolvimento (SMD), &#8216;paredes meias&#8217; com o edifício do estabelecimento de ensino. O campo nunca foi utilizado pelos alunos nem por outra entidade, devido a um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os alunos da Escola Básica e do 1.º Ciclo com Pré-escolar do Porto da Cruz nunca tiveram autorização para utilizar o polidesportivo construído há três anos pela Sociedade Metropolitana de Desenvolvimento (SMD), &#8216;paredes meias&#8217; com o edifício do estabelecimento de ensino. O campo nunca foi utilizado pelos alunos nem por outra entidade, devido a um diferendo entre o Governo Regional e a SMD. Só agora, a Sociedade, dona do recinto, admite realizar um protocolo com a Secretaria de Educação de modo a permitir a utilização do polidesportivo pelos alunos.</p>
<p><span id="more-428"></span></p>
<p>O DIÁRIO registou, junto de alguns pais de alunos, palavras de indignação e incompreensão pelo arrastar desta situação. Criticam o impedimento na utilização do recinto polidesportivo que, sem utilização, vai servindo de depósito de lixo diversificado.</p>
<p>Por um lado, a escola não disponibiliza aos alunos um espaço próprio para as aulas de Educação Física, obrigando os alunos a recorrer ao novo pavilhão gimnodesportivo construído 50 metros a norte da escola. Por outro, no recreio e nos intervalos das aulas, os miúdos brincam e jogam à bola nos espaços exíguos e nas áreas comuns do edifício, sem condições para tal. O impasse arrasta-se há três anos, embora a construção do polidesportivo tivesse sido feita a pensar nos alunos desta escola. É isso que evidencia a porta do pátio que dá directamente para o interior do campo. Frustrados com esta situação, alguns alunos chegaram a danificar a porta para aceder ao campo mas, em poucos dias, esta foi fechada pelos funcionários da Metropolitana.</p>
<p>Escola diz que o campo &#8220;faz falta&#8221;</p>
<p>Quem também não compreende a interdição na utilização deste campo é o director do conselho directivo da Escola do Porto da Cruz, Manuel Luís Macedo. &#8220;Nós sabemos que o campo foi construído pela Sociedade Metropolitana de Desenvolvimento, mas nunca o utilizámos. É um espaço que nos faz muita falta, mas não temos nem autorização nem as chaves necessárias para o utilizar&#8221;, regista. &#8220;É pena porque este campo faz-nos tanta falta como o pão para a boca&#8221;, lamenta. O director da escola explica que já encetou contactos junto da Secretaria Regional de Educação e Cultura (SREC), mas revelou não saber como está a evoluir o assunto entre as duas partes. SMD: protocolo deverá resolver</p>
<p>Contactado pelo DIÁRIO, o presidente da SMD, Pedro Ferreira, prometeu que o assunto deverá ser resolvido em breve. &#8220;O protocolo de utilização daquele espaço, entre a SREC e a Metropolitana está em fase final de elaboração, esperando-se para breve a sua finalização&#8221;.</p>
<p>Na base deste impasse está um diferendo antigo entre a SMD e o Governo Regional. Sem querer alongar-se em explicações, Paulo Ferreira revelou que, inicialmente, estava previsto a Secretaria Regional do Equipamento Social (SRES) construir o pavilhão polidesportivo junto à escola. Contudo, e por ordens &#8220;superiores&#8221;, acabou por ser a SMD a avançar com essa empreitada. A SRES acabou por executar a obra de construção de um pavilhão gimnodesportivo, localizado 50 metros a norte do estabelecimento de ensino. É, pelo menos isso que se depreende das palavras do responsável pela Sociedade: &#8220;O que estava previsto era a SRES fazer o pavilhão naquela área (junto à escola, onde está o campo polidesportivo) e foi superiormente entendido a SMD ali fazer o polidesportivo e deslocar o pavilhão, que foi construído pela SRES. Aliás, ambas as entidades concretizaram esses objectivos&#8221;.</p>
<p>Explica que grande parte da intervenção da SMD na frente mar do Porto da Cruz foi inaugurada a 22 de Junho de 2004, mas a pavimentação dos estacionamentos e a construção do polidesportivo foram concluídos mais tarde, há três anos. Por isso, este polidesportivo nunca chegou a ser inaugurado. Tentámos ainda apurar o montante do investimento nesta obra, mas Pedro Ferreira não soube revelou.</p>
<p>Desde a passada sexta-feira que o DIÁRIO contactou diariamente a SREC para obter uma reacção sobre este assunto, mas até ao final da tarde de ontem, não nos foi dada qualquer resposta.</p>
<p>Marco Freitas<br />
<img src="http://www.pmachico.net/mainpt/images/dn2007.jpg" alt="" width="206" height="46" /></p>
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		<title>A estrada da maiata foi encerrada por causa do perigo eminente</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 18:46:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A população dos sítios da Maiata, do Larano e do Lombinho, no Porto da Cruz, todos os dias arrisca a própria vida ao ignorar o encerramento do Caminho da Maiata de Baixo, que apresenta uma encosta rochosa que há muito ameaça desabar. Perante o descuido da população, que continua a circular como se nada passasse, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A população dos sítios da Maiata, do Larano e do Lombinho, no Porto da Cruz, todos os dias arrisca a própria vida ao ignorar o encerramento do Caminho da Maiata de Baixo, que apresenta uma encosta rochosa que há muito ameaça desabar. Perante o descuido da população, que continua a circular como se nada passasse, o perigo espreita e adivinham-se desgraças.</p>
<p><span id="more-359"></span></p>
<p>Apesar da estrada se encontrar encerrada por decisão da Câmara Municipal de Machico, desde Janeiro de 2008, a população circula ali como se nenhum problema existisse, ignorando mesmo a colocação de dois grandes blocos de cimento a encerrar, ou pelo menos tentar encerrar, a circulação automóvel nesta estrada que nas &#8216;horas de ponta&#8217; é bastante significativa. A reportagem do DIÁRIO no local constatou que ali chegam a passar vários carros praticamente em fila.</p>
<p>Segundo foi possível perceber, foi a própria população que tratou de ajeitar os blocos de cimento de forma a permitir que haja espaço para circular um carro. Contudo, ao fazê-lo, a população parece já ter esquecido o ocorrido há dois anos, quando uma pedra caiu no local e destruiu um carro com o ocupante a salvar-se por &#8216;milagre&#8217;.</p>
<p>A estrada foi encerrada após a autarquia machiquense ter percebido que estavam vidas em risco, mediante as grandes fissuras que este talude apresenta e a queda regular de rochas com várias toneladas no local.</p>
<p>Contudo, a população ignora o encerramento da estrada porque, sem esta, é muito maior a deslocação para os sítios da Maiata, do Larano e do Lombinho. Por exemplo, quem quer deslocar-se do centro do Porto da Cruz para estas localidades é obrigado a fazer uma volta de aproximadamente seis quilómetros, vendo-se obrigada a entrar na Via Expresso e a sair junto à bomba da gasolina da GALP. Ainda que encerrado, este troço reduzia essa ligação de seis quilómetros.</p>
<p>Certo é que a três semanas nas eleições autárquicas de 11 de Outubro último, a autarquia machiquense enviou para o local vários rocheiros que tentaram retirar da escarpa as pedras que se encontravam em maior perigo de queda. No entanto, pouco tempo depois, esses trabalhos foram suspensos.</p>
<p>Para o PS do Porto da Cruz, a Câmara nunca teve intenção de limpar a encosta, tendo apenas promovido uma medida eleitoralista. &#8220;Não mexeram naquela encosta durante dois anos e só se lembraram de o fazer antes das eleições&#8221;, afirma Moisés Abreu, que considera a coincidência demasiado óbvia.</p>
<p>À espera do Equipamento Social</p>
<p>Sem dinheiro para realizar uma obra desta envergadura, tal como aconteceu no Caminho Padre Caetano Soares, no mesmo monte rochoso, a Câmara Municipal de Machico mais não pode fazer do que esperar pela intervenção do Equipamento Social, apesar de admitir que ali existe uma situação preocupante.</p>
<p>Emanuel Gomes afirma isso mesmo. &#8220;O Equipamento Social tem prevista a construção da promenade da Maiata, junto ao mar, que está no programa de Governo, mas esta foi recalendarizada pelo Governo. Quando a obra estiver prestes a avançar, a ideia é limpar a encosta primeiro e só depois construir a promenade&#8221;.</p>
<p>Quanto à presença dos rocheiros no local, o autarca nega ter existido uma decisão eleitoralista, e explica-a com a existência de disponibilidade financeira para o tal. &#8220;Houve disponibilidade de contratamos uns rocheiros para tentar deitar abaixo as rochas mais perigosas que estão a ameaçar cair. Com isso queríamos ver se podíamos abrir as estradas&#8221;. A intervenção de pouco resultou. &#8220;Depois de uma primeira intervenção, os rocheiros informaram-nos de que esta pouco efeito traria, pois não solucionaria o problema&#8221;.</p>
<p>Sobre o facto de as pessoas continuarem a circular pela estrada da Maiata de Baixo, Emanuel Gomes &#8216;empurra&#8217; as responsabilidades para cima da população. &#8220;Preferimos fechar a circulação automóvel naquele local, ainda que haja pessoas que se queixam de fazer um trajecto maior. A estrada está encerrada, as pessoas passam à sua responsabilidade. Essa é uma questão que depende de cada pessoa&#8221;.</p>
<p>Marco Freitas<br />
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