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	<title>Canal Machico :: A tua ligação começa aqui :: videos : noticias : desporto : economia : tecnologia : ilha da madeira &#187; inundações</title>
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		<title>Milhões de prejuízo em Santa Cruz</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 10:25:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estradas onde o alcatrão praticamente desapareceu. Crateras enormes um pouco por todo o concelho. Muita lama a invadir estradas e casas. Carros e carros amontoados e avultados prejuízos materiais. Foi este o cenário de destruição que fomos encontrar em Santa Cruz, com particular incidência, no sítio das Eiras, no Caniço. Na Rua Magalhães Vasconcelos, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-781" title="eiras" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/02/eiras.jpg" alt="eiras" width="270" height="202" /><br />
Estradas onde o alcatrão praticamente desapareceu. Crateras enormes um pouco por todo o concelho. Muita lama a invadir estradas e casas. Carros e carros amontoados e avultados prejuízos materiais. Foi este o cenário de destruição que fomos encontrar em Santa Cruz, com particular incidência, no sítio das Eiras, no Caniço.<br />
Na Rua Magalhães Vasconcelos, a urbanização Eiras III foi duramente afectada pelas enxurradas. Pelo menos 25 viaturas, e não menos, estavam literalmente empilhadas à porta de algumas residências, entre troncos, terra e muita pedra, sendo que alguns carros estavam mesmo “estacionados” dentro das salas de algumas das casas. Nalgumas garagens semi-abertas é mesmo possível ver alguns carros a “flutuar” entre mais de dois metros de entulho.</p>
<p><span id="more-780"></span></p>
<p>Segundo nos explicou Nelson Barros, um dos residentes naquela urbanização, tudo começou por volta das 9:30 horas. «Comecei a ouvir muitos gritos. A única coisa que deu para fazer foi vestir um facto impermeável e começar a retirar pessoal de dentro das casas, varanda a varanda, sobretudo, idosos, uma senhora diabética, crianças, mulheres e grávidas», contou o nosso interlocutor, posicionado junto a uma pilha de carros, entre os quais se encontra um dos três que perdeu nesta enxurrada.<br />
«Fiquei todo arranhado, mas eu e mais um senhor conseguimos tirar as pessoas todas», regozijou-se Nelson Barros que, tal como muitos outros moradores, ainda não conseguem perceber porque razão foi permitido ao empreiteiro da obra fechar uma rua com mais habitações, numa zona onde antes passava um pequeno curso de água.<br />
Os moradores desta urbanização ficaram numa unidade hoteleira na noite de domingo para segunda, por acção da Câmara de Santa Cruz, m autarquia preparava-se para os mudar para a casa do Povo da Camacha, onde existem alojamento para intercâmbios. Ideia que não foi bem aceite pelos moradores. «Daqui não saio porque já andaram a roubar as casas. Já pedi protecção policial, mas disseram-me que só podem cá passar de vez em quando. Por isso, eu e meus vizinhos vamos fazer um turno para manter a vigilância», justificou Nelson Barros.</p>
<p>Armazém da Câmara ruiu e carros arrastados para o mar</p>
<p>José Alberto Gonçalves era ontem um presidente da Câmara agastado com tudo o que se passou no concelho. Falou em 29 pessoas desalojadas na zona do Serralhal e Eiras e ainda duas mortes a lamentar: uma na Camacha e outra em Gaula, ambas pelo mesmo motivo. «Eram pessoas de alguma idade que tentavam abrir caminho para a água e acabaram por ser arrastadas», disse.<br />
Algumas casas ruíram, com destaque para a Ribeirinha (parte sul da Camacha), onde o presidente diz ter encontrado «pessoas com o ânimo em baixo porque têm as suas casas destruídas». Ao JM, referiu que é difícil contabilizar os prejuízos, «mas vão ser vários milhões», avança, complementando que, de momento, estão 15 empresas de construção civil a apoiar a abertura de estradas e limpeza de estradas, num esforço que o autarca relevou.<br />
Há também algumas famílias isoladas no fundo da ribeira de Santa Cruz porque parte da estrada perdeu o apoio e torna-se perigoso.<br />
Parte do armazém da Câmara, localizado junto ao Aquaparque, também ruiu, devido à fúria da ribeira. «O ribeiro está desassoreado mas a água foi tanta que levou tudo o que encontrou pela frente. No logradouro havia várias viaturas que ficaram encavalitadas umas sobre as outras. Um autotanque relativamente novo que recebemos através de um programa da AMRAM – e que ainda estamos a pagar &#8211; está no mar neste momento, assim como uma outra carrinha de apoio ao serviço de águas. Muitas das nossas viaturas de lixo e de serviço de serralharia e carpintaria estão completamente destruídos», constatou.</p>
<p>Mais de 30 carros “arrancados” da Lusomecânica</p>
<p>Mesmo ao lado de baixo das Eiras, na Lusomecânica Canicense, trabalhadores e e patrões não tinham mãos a medir para fazer face à maior tragédia de uma empresa que já vivia com algumas dificuldades.<br />
Marco Carvalho, sócio-gerente, explicou que as intalações abriram no sábado de manhã para laborar, mas numa questão de segundos, tudo se foi pelo ribeiro abaixo. «Desapareceram mais de 30 viaturas e até um barco, quer do interior da oficina quer do parque de clientes no exterior. A oficina está inutilizada. A ribeira entrou por aqui dentro e levou tudo o que tínhamos. Nem sequer sei como é que vou fazer», lamentava o jovem empresário. «Como foi decretado estado de calamidade, vou recorrer junto do Governo para ver o que se pode fazer. Neste momento não tenho trabalho para os cerca de 33 trabalhadores nem sei quando vou poder retomar a oficina», acrescentou.<br />
«Só das casas vieram uma série de carros pela ribeira abaixo que, junto com o entulho de alguns muros que desabaram fizeram entupir a ribeira que, por sua vez, subiu até ao nível da oficina e invadiu as instalações», continuou.<br />
O drama deste empresário é maior porque, junto ao Dolce Vita, viu também a sua loja de pronto a vestir, o Dolce Scarpa, ser completamente inundada. «Neste momento, ficamos sem nada. Naquela loja, entre obras e roupa, os prejuízos rondam entre os 800 a 900 mil euros», afirmou.</p>
<p>Celso Gomes<br />
<img title="logojm" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/01/logojm.jpg" alt="logojm" width="149" height="63" /></p>
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		<title>Caramanchão em Machico verificaram-se os maiores prejuízos</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 09:55:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em Machico, o temporal também se fez sentir com grande intensidade, mas foi no Caramanchão que se verificaram os maiores prejuízos. Há mais de uma dezena de casas afectadas por duas grandes enxurradas, mesmo ao lado da conhecida Igreja do Piquinho. Na nossa deslocação pela zona, o JM foi encontrar Pedro Simão atarefado a retirar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-777" title="caram" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/02/caram.jpg" alt="caram" width="270" height="202" /><br />
Em Machico, o temporal também se fez sentir com grande intensidade, mas foi no Caramanchão que se verificaram os maiores prejuízos. Há mais de uma dezena de casas afectadas por duas grandes enxurradas, mesmo ao lado da conhecida Igreja do Piquinho.<br />
Na nossa deslocação pela zona, o JM foi encontrar Pedro Simão atarefado a retirar toneladas de lama de cima da casa. O seu cantinho deixou de ser o lugar seguro que sempre sonhou ter.<br />
«Estava na sala, mas entretanto, resolvi cortar as unhas. Fui para um cadeirão onde me costumava sentar na rua. Estava mais uma rapariga que vem aqui me limpar a casa no fim-de-semana e o filho dela. Entretanto, senti um barulho estranho. “Parece que é um trovão”, pensei. Mas, quando olho para cima, já vejo o meu telhado de chapa a ceder».</p>
<p><span id="more-776"></span></p>
<p>Os minutos que se seguiram foram dramáticos e dignos de um filme, para resgatar a mãe e a criança que estavam dentro de casa. «O quintal estava tapado por zinco e fechado por acrílico. Foi preciso quebrar uma das chapas para entrar, resgatar a criança e a mãe, forçar as portas já emperradas pela lama e fugir», disse. «Pensei que ficávamos ali», admitiu, quando horas depois olhou para o que tinha em cima de casa. «Quando vim aqui é que vi este mundo. Nunca na minha vida pensei que teria toneladas e toneladas de entulho em cima de casa», disse. «Toda a vida pensei que estava num local seguro, mas agora… Nunca mais tenho aquela segurança, sobretudo em épocas de chuva», afirmou.<br />
Mais abaixo, o filho de um casal também viveu de perto o drama. Os pais estavam fora, e o homem, na casa dos 30 anos só teve tempo de procurar uma saída alternativa à habitual e pôr-se a salvo. «Tenho danos na casa, mas a minha cabeça é o dano maior. Nunca mais vou poder ouvir barulho de água», admitia a dona de casa.<br />
«Devia ter umas quatro ou cinco carradas de terra, pedra, e madeira no quinta», complementou o marido.<br />
Segundo o autarca local, Emanuel Gomes, as chuvadas foram intensas sobretudo na manhã de sábado. «Choveu em Machico como há muito não se via. Em consequência disso, houve enxurradas um pouco por todo o lado, sobretudo no vale de Machico e Santo António da Serra», explicou.<br />
«Houve muitos ribeiros que desceram as montanhas em direcção à ribeira que ao atravessar as estradas ficaram obstruídos e transbordaram, arrastando pedras, terra , atolando casas e carros. Algumas dessas águas correram até ao centro da cidade, havendo algumas inundações sobretudo em caves de estabelecimentos comerciais e residências».<br />
O autarca não tem ainda um cálculo exacto dos estragos, mas admite que o cenário em Machico, não é comparável com os concelhos mais fustigados, muito por mérito do trabalho desenvolvido na principal ribeira, uma das piores da Madeira e que mais problemas deu à população em termos de mortes, como no aluvião de 1803.</p>
<p>PSP contabiliza elevados prejuízos nas instalações</p>
<p>Jorge Cabrita, comandante da PSP Madeira, deixou ontem um voto de solidariedade e pesar às famílias enlutadas que, conforme destacou, também afecta a força de segurança pública. «Infelizmente, também temos no seio de nós pessoas nessas condições», justificou.<br />
Ao JM, explicou que a principal preocupação do efectivo foi salvaguardar e apoiar as vidas humanas e população em geral. «Daí alguns actos de arrojo, com algumas situações de risco de vida inclusive de alguns oficiais», relevou.<br />
Questionado sobre o número de polícias que estão na rua, disse que está o efectivo necessário, sublinhando que vai ser um esforço que se vai prolongar durante vários dias. Ontem de manhã, foi possível contar com o efectivo garantido pelo Ministério da Administração Interna, através da Direcção Nacional da PSP, de 30 homens do corpo de intervenção da unidade especial de polícia. «Têm permissão para ajudar no apoio às acções e manobras de limpeza e de reconstrução, ao trânsito no que diz respeito aos acessos à cidade e especial vigilância em zonas comerciais ou habitacionais gravemente afectadas pelo temporal», disse.<br />
Quanto a actos de pilhagem, garante que a situação «não oferece preocupação», embora tenham sido identificados dois casos. «Uma situação de um indivíduo que foi surpreendido a entrar num banco, mas foi interceptado pela polícia imediatamente. Outra situação de furto oportunidade com uma montra mas que são situações pontuais. Foi também notícia a recolha de muitos objectos levados pela torrente».<br />
Sobre o trânsito nos próximos dias, Jorge Cabrita diz que «vamos apostar na visibilidade, a nível nocturno e diurno». A este nível, acentua que «vamos recorrer ao corpo de intervenção e temos o apoio de elementos da GNR para situações de saturação em zonas de trabalho».<br />
Avisa também que da Cota 40 para baixo vai haver fortes restrições de movimento. «O perímetro crítico é a Cota 40, a Pontinha, e a Zona Velha. Nessa perspectiva, vão ser feitos condicionamentos de trânsito para sul, pelo que as pessoas não deverão trazer os seus carros, devendo recorrer aos transportes públicos», avisa, deixando claro que ninguém deve parar os carros perto de linhas de água.<br />
Para efeitos de acesso às zonas condicionadas, só passarão os moradores ou pessoas que vão em trabalho. «As pessoas devem estar sensibilizadas que nós não vamos facilitar. Nas zonas definidas como de interdição não esperem passar por lá».<br />
Jorge Cabrita também confirmou que as instalações da PSP foram muito atingidas pelas cheias. «O sistema de comunicações foi fortemente afectado, mas já se encontra reposto. As oficinas da Penteada foram atingidas de forma intensa e a carreira de tiro está inundada. Temos viaturas que não sabemos ainda os danos resultantes. O que é importante é que estamos operacionais, já fizemos o diagnóstico dos danos, já estabelecemos prioridades e estamos no terreno», finalizou.</p>
<p>Celso Gomes<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-571" title="logojm" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/01/logojm.jpg" alt="logojm" width="149" height="63" /></p>
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		<title>Marina da Quinta do Lorde com vários prejuizos</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 22:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As marinas e pequenos portos da Madeira sofreram danos na sequência do mar alteroso. Mas os piores estragos foram causados pelos caudais das ribeiras e pela energia das águas descontroladas que surgiram da ribeira de São João. O restaurante Marina Terrace na Marina do Funchal, o primeiro junto à foz da ribeira, foi praticamente destruído, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-774" title="marinafch" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/02/marinafch.jpg" alt="marinafch" width="242" height="162" /><br />
As marinas e pequenos portos da Madeira sofreram danos na sequência do mar alteroso. Mas os piores estragos foram causados pelos caudais das ribeiras e pela energia das águas descontroladas que surgiram da ribeira de São João. O restaurante Marina Terrace na Marina do Funchal, o primeiro junto à foz da ribeira, foi praticamente destruído, com a zona abrigada da marina, a nado, a ficar irreconhecível, com lamas, madeiras e outros detritos.</p>
<p><span id="more-773"></span></p>
<p>Os muros de suporte e de canalização da ribeira foram destruídos, o que levou as águas da ribeira a invadirem a marina, causando estragos nas embarcações. Duas delas foram mesmo ao fundo, alagadas por toneladas de água.</p>
<p>Tal como a imagem o revela, a deposição de detritos dentro da marina poderá esconder outros problemas que ao longo do dia de ontem não foram detectadis.</p>
<p>Uma carrinha destruída</p>
<p>Em São Lázaro a lama e demais detritos misturaram-se com os barcos, com parte do equipamento desportivo dos clubes a ser destruído por toneladas de água que em cascata caia de cima, vinda do túnel que liga a Rotunda Sá Carneiro ao Dolce Vita. Uma carrinha da Administração dos Portos ficou destruída.</p>
<p>O DIÁRIO testemunhou situações de pessoas retidas, quer em São Lázaro como na Marina do Funchal, já que a violência com que a água corria pela ribeira fez temer um cenário ainda pior.</p>
<p>Na Quinta do Lorde o restaurante de referência (O Lorde) foi parcialmente destruído. Curiosamente a restante infra-estrutura, sobretudo os pontões e &#8216;fingers&#8217;, não registaram problemas de maior, pelo que não se registaram danos nas embarcações ali amarradas.</p>
<p>Melhor sorte teve o Porto de Recreio da Calheta, que pese o facto do mar ter galgado mos muros de protecção não registou qualquer problema de maior, quer ao nível da estrutura, como nas embarcações ali amarradas.</p>
<p>Em Santa Cruz não foi o mar que causou mais estragos, já que as principais ocorrências foram resultantes da força da corrente da ribeira da Boaventura, que levou consigo três viaturas de recolha de lixo. No pequeno porto de recreio local duas canoas foram ao fundo.</p>
<p>No porto e marina do Porto Santo não se verificaram ocorrências, o mesmo acontecendo no Porto de Recreio de Machico, onde a maioria dos proprietários das embarcações se mantinham vigilantes ao princípio da noite, temendo o agravamento do estado do mar.</p>
<p>Na Marina do Lugar de Baixo, como em todo o litoral da Ponta do Sol o mar galgou muros, destruiu barreiras e invadiu terra, sem causar grandes prejuízos.</p>
<p>Menos expostos, desta feita os pequenos portos a Norte não registaram problemas maiores.</p>
<p>Miguel Torres Cunha<br />
<img title="dn2010" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/01/dn2010.jpg" alt="dn2010" width="206" height="46" /></p>
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		<title>Situação no concelho de Machico normalizada</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 21:43:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Emanuel Gomes]]></category>
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		<description><![CDATA[A situação no concelho de Machico está normalizada, procedendo-se agora a pequenas limpezas de algumas casas e estradas, informou à Lusa o presidente da autarquia. «Felizmente o cenário aqui no Machico é muito diferente daquele que se está a ver nas imagens televisivas. Tivemos vários estragos materiais, derrocadas, pequenas inundações, mas nada que se compare com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-771" title="foto234" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/02/foto234.jpg" alt="foto234" width="300" height="247" /><br />
A situação no concelho de Machico está normalizada, procedendo-se agora a pequenas limpezas de algumas casas e estradas, informou à Lusa o presidente da autarquia.<br />
«Felizmente o cenário aqui no Machico é muito diferente daquele que se está a ver nas imagens televisivas. Tivemos vários estragos materiais, derrocadas, pequenas inundações, mas nada que se compare com a situação do Funchal», disse Emanuel Gomes.</p>
<p><span id="more-769"></span></p>
<p>O autarca adiantou ainda que durante o dia de sábado houve casas isoladas, mas como hoje não choveu a situação normalizou.</p>
<p>Diário Digital / Lusa</p>
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		<title>Mau tempo em Machico inundou baixa</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 00:02:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sabado 20 de Fevereiro de 2010 fica marcado como um dia negro para a Região Autonoma da Madeira, no concelho de Machico os estragos também ocorreram mas em menor escala quando comparados com a cidade do Funchal ou com a vila da Ribeira Brava. Como infelizmente já ocorreu anteriormente na baixa da cidade de Machico, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-761" title="machi23q" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/02/machi23q.gif" alt="machi23q" width="485" height="400" /><br />
Sabado 20 de Fevereiro de 2010 fica marcado como um dia negro para a Região Autonoma da Madeira, no concelho de Machico os estragos também ocorreram mas em menor escala quando comparados com a cidade do Funchal ou com a vila da Ribeira Brava.</p>
<p><span id="more-760"></span><br />
Como infelizmente já ocorreu anteriormente na baixa da cidade de Machico, os armazens do Carmo tiveram alguns centimetros de agua.<br />
O parque de estacionamento do supermercado Pingo Doce ficou inundado, e na zona do Piquinho existem relatos da ribeira ter galgado a estrada arrastando lama e pedra.</p>
<p>Os estragos feitos pelo mau tempo na cidade do Machico são &#8220;menos graves&#8221; do que nas outras cidades, apesar das inundações, do deslizamento de terras e das estradas cortadas, explicaram a PSP e os Bombeiros de Machico</p>
<p>Fonte dos Bombeiros do Machico, informaram que não houve feridos a lamentar no seguimento do mau tempo e que afectou a ilha da Madeira.</p>
<p>Durante o Sabado as redes fixas e moveis falharam várias vezes</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-762" title="871x53" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/02/871x53-300x247.jpg" alt="871x53" width="300" height="247" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-763" title="lumiguelonclves" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/02/lumiguelonclves-300x247.jpg" alt="lumiguelonclves" width="300" height="247" /></p>
<p><img title="machsa" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/02/machsa-300x247.jpg" alt="machsa" width="300" height="247" /></p>
<p>Fotografias de: Luís Miguel Gonçalves<br />
Caso tenha fotos / videos / informações envie para <a href="mailto:geral@canal.pmachico.net">geral@canal.pmachico.net</a></p>
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		<title>Mau tempo fez mais de 30 mortos e 60 feridos</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 23:36:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Além dos 32 mortos, o hospital do Funchal registou a entrada de 68 feridos, dois dos quais tiveram de ser sujeitos a intervenções cirúrgicas, revelou o governante. Por seu turno, o presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, disse que está a preparar o envio a Bruxelas de &#8220;um pedido de apoio&#8221;, com &#8220;documentação fundamentada&#8221;. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-757" title="fotomadeira" src="http://canal.pmachico.net/mainpt/wp-content/uploads/2010/02/fotomadeira.gif" alt="fotomadeira" width="485" height="400" /><br />
Além dos 32 mortos, o hospital do Funchal registou a entrada de 68 feridos, dois dos quais tiveram de ser sujeitos a intervenções cirúrgicas, revelou o governante.<br />
Por seu turno, o presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, disse que está a preparar o envio a Bruxelas de &#8220;um pedido de apoio&#8221;, com &#8220;documentação fundamentada&#8221;. Jardim disse aos jornalistas que estão a ser preparados alojamentos para mais de 200 pessoas e anunciou que deu ordens para lançar de imediato um concurso público para resolver os problemas de realojamento das pessoas que ficaram sem casa.</p>
<p><span id="more-756"></span></p>
<p> </p>
<p>No Serviço de Urgências do hospital Dr. Nelio Mendonça, no Funchal, deram entrada até ao momento 68 feridos, dois dos quais em estado grave, afirmou hoje o responsável clínico da instituição.</p>
<p>Em conferência de imprensa Pedro Ramos, o director clínico e o presidente do Serviço de Saúde da Madeira, Miguel Ferreira e Almada Cardoso, fizeram o primeiro balanço da situação no hospital na sequência do temporal que assolou hoje a região que provocou várias vítimas e desaparecidos.</p>
<p>Estes responsáveis garantiram que existe um plano de resposta do hospital para emergências externas com vítimas que abrange diversos níveis que “foram todos activados”.</p>
<p>O director clínico do Serviço de Saúde da Madeira adiantou que, no que diz respeito aos feridos, “alguns casos são de hipotermia, pessoas que ficaram soterradas ou foram arrastadas nas enxurradas, pequenas feridas, a maior parte são situações de baixo risco que só vão ficar até domingo por questão de segurança e é difícil regressarem aos seus lares”.</p>
<p>Miguel Ferreira garantiu que neste momento “a situação está toda controlada, as equipas de intervenção do Bloco e várias especialidades, todos os colegas responderam ao apelo do virem para o Hospital e estão de prevenção”.</p>
<p>Referiu que também as equipas de enfermagem estão superreforçadas e o pessoal de todos os sectores deram um “apoio excepcional para uma eventualidade de socorro”.</p>
<p>Mencionou que as difíceis comunicações com os outros pontos da ilha levaram o Serviço de Saúde a equacionar, “se houver dificuldades de acesso ao hospital, abrir noutras zonas ou centros de saúde um posto”.</p>
<p>O pessoal do heliporto do Hospital do Funchal também está de prevenção.</p>
<p>Os responsáveis hospitalares vão fazer uma actualização da situação às 19:00.</p>
<p><strong>Jardim: Prioridade é &#8220;tratar dos vivos&#8221; a alojar quem perdeu casa</strong></p>
<p>O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, afirmou hoje que a prioridade é &#8220;tratar dos vivos&#8221; e &#8220;alojar quem perdeu a casa&#8221; no temporal que assolou a ilha.</p>
<p>Numa conferência de imprensa no Serviço Regional de Protecção Civil, Alberto João Jardim salientou que o Governo Regional tomou já &#8220;as primeiras decisões que a situação exigia&#8221;.</p>
<p>Disse ainda que o momento é de limpar as estradas que estão transitáveis, e proceder a recuperação das pontes tendo sido pedido às Forças Armadas pontes concebidas pela engenharia militar para substituir enquanto as que foram destruídas pela força da água.</p>
<p>O restabelecimento da energia eléctrica e das comunicações e distribuição de refeições são outras prioridades do Governo Regional.</p>
<p>Indicou ainda a limpeza das ribeiras tendo salientado que &#8220;se não tivéssemos feito estas obras de canalização das ribeiras  que fizemos nos últimos anos, hoje e não existia a baixa do Funchal&#8221;.</p>
<p><strong>Prejuízos &#8220;incalculáveis</strong>&#8221;</p>
<p>“Os prejuízos são incalculáveis, de milhões e milhões de contos”, devido às dezenas de carros arrastados, inúmeras inundações em casas, lojas e grandes edifícios públicos, estradas e infraestruturas destruídas. A ilha da Madeira está totalmente isolada do exterior.</p>
<p>Segundo o presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Albuquerque, as situações mais graves têm ocorrido nas zonas altas do concelho do Funchal, com inúmeros desmoronamentos, e, também, no concelho da Ribeira Brava, onde a autarquia apelou à população para que evacue a baixa da vila.</p>
<p>&#8220;A situação é crítica em todo o concelho do Funchal”, disse o autarca, adiantando que “todos os bombeiros, membros da protecção civil e pessoal da câmara estão na rua a tentar dar abrigo às pessoas afectadas e afastá-las das zonas de perigo”.</p>
<p>Nesta altura, o grande perigo é a subida da maré na Madeira, que coloca ainda mais em risco as zonas ribeirinhas das zonas mais atingidas.</p>
<p>Na baixa funchalense viveram-se momentos de pânico, com as águas das ribeiras a ultrapassarem os muros de protecção e a galgarem as principais pontes da cidade, como na Ponte do Bazar do Povo, a ponte do mercado (que desabou parcialmente) e a ponte junto ao edifício Dolce Vita, onde as águas ameaçam destruir uma rotunda ali construída recentemente.</p>
<p>Outras situações dramáticas ocorreram nas zonas altas, provocando derrocadas nos Moinhos, Três Paus, Trapiche (onde morreu uma senhora idosa alarmada com o desabar do telhado da sua casa provocado pela queda de uma grua).</p>
<p>Neste momento, a baixa da cidade está intransitável ao trânsito automóvel, com a Avenida do Mar e a zona velha da cidade completamente alagadas bem como a avenida Arriaga, a rua Fernão de Ornelas.</p>
<p>O centro comercial Dolce Vitta foi evacuado e o parque de estacionamento de vários andares está completamente inundado.</p>
<p>O mesmo ocorreu no Centro Comercial do Anadia, onde a água transbordou no estacionamento.</p>
<p>A via rápida Ribeira Brava &#8211; Machico está interrompida em variadíssimos pontos, pelo que a circulação está praticamente intransitável.</p>
<p>De acordo com uma fonte do Instituto Nacional de Meteorologia, “o pior já terá passado”, prevendo-se que a tarde não seja tão pluviosa como foi a manhã, designadamente entre o período compreendido entre as 09:00 e as 10:00 horas da manhã.</p>
<p>Nessa hora, choveu 52 milímetros no Funchal e 58 milímetros no Pico do Areeiro, segundo ponto mais alto da Região.</p>
<p>Para além da chuva, os ventos muito fortes, que têm atingido os 100 quilómetros das zonas altas e a forte ondulação marítima estão a contribuir para o agravamento da situação.</p>
<p><strong>Aeroporto da Madeira com tráfego &#8220;condicionado&#8221;<br />
</strong><br />
O Aeroporto da Madeira esteve fechado por motivos de segurança e não existem ainda previsões para a sua reabertura em pleno, disse hoje à agência Lusa fonte aeroportuária local.</p>
<p>No total, foram cancelados 19 voos para a Madeira. Registaram-se ainda atrasos ou cancelamentos de voos programados pela transportadora açoriana Sata do Funchal para Ponta Delgada, Lisboa, Las Palmas e Paris, envolvendo um total de 440 passageiros.</p>
<p>Mesmo assim, um avião proveniente de Paris conseguiu aterrar às 17:55 no aeroporto devido a uma abertura nas condições meteorológicas, segundo a mesma fonte.</p>
<p>IN : Diario de Noticias</p>
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